A influenciadora digital Lili Vasconcelos, nome social de Williane Orben Vasconcelos Coutinho, se manifestou de forma enfática após ser alvo da Operação Aposta Perdida, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso nesta quinta-feira (23). Com mais de 112 mil seguidores nas redes sociais, ela negou envolvimento em crimes e afirmou que não pretende recuar diante da repercussão.
A irmã dela, também influenciadora Jéssica Orben Vasconcelos Magalhães foi alvo da ação policial. Os respectivos esposos das duas influenciadoras, Wilton Wagner Magalhães Vasconcelos e Erison Coutinho também são investigados.
“Graças a Deus, eu pago todos os impostos, tá tudo em dia. Eu já vim antecipar porque sei que a mídia é suja, que vai sair mil e uma coisas. Não tem nada de lavagem de dinheiro, nada de crime, nada disso. É só os jogos que eu divulgo”, declarou.
A influenciadora reforçou que seguirá firme diante das acusações. “Tô aqui de cabeça erguida e não vou baixar em nenhum momento, porque eu não devo nada. Não é novidade para ninguém que eu divulgava plataformas de jogos online”, disse.
Durante o relato, ela também comentou a atuação dos policiais durante o cumprimento dos mandados. “Foram super cuidadosos com a gente. Tinha uma policial mulher que o tempo todo falava: ‘vai lá conversar com sua filha, acalma ela’. Depois dizia: ‘manda sua filha se arrumar, ela tem jogo’. Eu só tô aqui hoje graças a essa policial”, afirmou.
Em tom crítico, voltou a atacar a cobertura do caso. “A única coisa chata é a mídia que mente. Não tem nada além das plataformas que eu divulgava. As bets foram aprovadas, né? Quando é do governo pode, mas quando é a gente não pode?”, questionou.
Além de Lili, também foram alvos da operação Wilton Wagner Magalhães Vasconcelos, Jéssica Orben Vasconcelos Magalhães e Erison Coutinho. Segundo a Polícia Civil, o grupo é investigado por promover plataformas ilegais de apostas e movimentar valores por meio de um esquema estruturado.
A Operação Aposta Perdida cumpriu 34 ordens judiciais, incluindo buscas, bloqueios de contas e sequestro de bens, com valores que podem chegar a R$ 10 milhões .
As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a movimentação financeira do grupo. (Muvuca Popular)





