Virginia Mendes apresenta boa evolução clínica após internação

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, apresenta melhora em seu quadro clínico após ser transferida para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A informação foi divulgada em nota oficial nesta quarta-feira (04), atualizando seu estado de saúde.

Virginia havia sido internada na madrugada de segunda-feira (03), em Cuiabá, com suspeita de infecção abdominal. Segundo a nota, ela está estável, sem queixas, com melhora significativa da dor e sem novos episódios de vômito.

Atualmente, encontra-se na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sob coordenação do especialista em transplantes Dr. Marcelo Bruno de Rezende. A escolha foi justificada pela necessidade de acompanhamento específico, já que Virginia é paciente transplantada renal e possui comorbidades associadas.

A equipe médica segue investigando o foco infeccioso que causou os sintomas. O tratamento com antibióticos tem apresentado resposta positiva até o momento.

Esta internação ocorre pouco mais de quatro meses após a primeira-dama ter passado por cirurgia de emergência para retirada do apêndice, em setembro de 2025. Em 2022, ela enfrentou um câncer no pâncreas e continua em acompanhamento médico frequente.

O agravamento inicial em Cuiabá, que levou à transferência aérea para São Paulo, gerou preocupação entre aliados e pessoas que acompanham sua trajetória.

CONFIRA A NOTA NA ÍNTEGRA

“NOTA

Nesta quarta-feira, 04, a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, apresenta boa evolução clínica. Ela está estável, sem queixas, com melhora da dor e sem novos episódios de vômito.

Ela encontra-se internada na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde permanece sob monitoramento contínuo, sendo acompanhada por equipe médica especializada, sob a coordenação do especialista em transplantes Dr. Marcelo Bruno de Rezende, conforme recomendado para esse perfil clínico.

Virginia Mendes é paciente transplantada renal e possui comorbidades associadas. Segue em investigação do foco infeccioso e em uso de medicações para tratamento, com resposta positiva até o momento” (HNT)