Bilhetes de presidiários revelam como drogas e celulares entram na PCE

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O Grupo de Intervenção Rápida (GIR), dos agentes penitenciários, apreendeu um bilhete, enviado de um detento para outro, em uma ação de inteligência que impediu a entrada de entorpecentes na Penitenciária Central do Estado (PCE), antigo Pascoal Ramos, na semana passada, em Cuiabá. As informações são do site Repórter MT.

Além disso, foi descoberto um novo método utilizado para enganar o scanner e esconder drogas dentro da PCE.

O preso de uma cela enviou uma mensagem, em que pede para que o outro presidiário consiga alguém para trazer “feijão”, que se refere à maconha. Ele ainda fala que consegue esconder o “bagulho sem dar peido”, ou seja, sem ser descoberto. O método usado pelos bandidos para enganar os equipamentos de revista, conforme apurou o Repórter MT, é enrolar a droga e celulares, assim os objetos não são detectados.

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No texto, ainda é apontado que o detento tem alguém de confiança que consegue entrar na PCE, sem ser pego pelos scanners.

Dado aos fatos, a inteligência começou a monitorar a visita dos presos dos cubículos envolvidos com o bilhete, e dos citados na mensagem.

Devido à vigilância, Lessandra Aparecida da Silva Figueiredo foi pega tentando entrar na unidade prisional com dois celulares e drogas, enrolados em papel fotográfico, preso ao seu corpo. A mulher foi detida encaminhada para a Central de Flagrantes de Cuiabá.

Fonte: Repórter MT