Após corte de luz, ministro vai acionar Justiça contra reitora da UFMT por dívida

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub anunciou que irá tomar medidas emergenciais, após ter sido comunicado sobre o desligamento de energia elétrica nos campi da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), desta terça-feira (16).  Em nota divulgada pelo Ministério da Educação (MEC), é apontado que haverá responsabilização administrativa e judicial pela má gestão das unidades educacionais, implicando a reitora da UFMT, Myrian Serra.

Repasse foi autorizado no valor de R$ 4,5 milhões para a reitoria, para que as dívidas sejam quitadas com a Energisa.

Segundo o MEC, a dívida herdada do Governo anterior é de R$ 1,8 milhão. A liberação da verba foi feita na última quinta-feira (11), com o compromisso da reitora que o pagamento fosse realizado.

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UFMT

O corte de energia à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) atingiu não só o campus de Cuiabá, mas também todos os outros da instituição federal no Estado, localizados em Barra do Garças, Sinop, Rondonópolis e Várzea Grande.

As aulas foram temporariamente suspensas e a previsão é que retornem na quarta-feira (17).

A concessionária de energia elétrica Energisa efetuou o corte na manhã desta terça-feira (16), devido ao atraso no pagamento de seis contas, sendo quatro referentes ao ano de 2018 e duas deste ano.

A instituição foi notificada na semana passada, de que o corte poderia ocorrer, a partir de segunda-feira (15). Ao Repórter MT a assessoria da UFMT informou que a administração foi pega de surpresa, pois negociações estavam em andamento e havia uma reunião prevista para a quinta-feira (18).

Veja nota na íntegra:

O Ministério da Educação informa que, após ter conhecimento da falta de luz na Universidade Federal do Mato Grosso, o ministro, Abraham Weintraub, vai adotar medidas emergenciais para a religação imediata de energia elétrica nos quatro campi que compõem a Universidade. O ministro irá ainda tomar as medidas cabíveis tanto administrativas como judiciais para a responsabilização dos envolvidos pela má gestão na UFMT.

Fonte: Repórter MT