O advogado cuiabano Lenine Póvoas foi atropelado por um ônibus em Brasília (DF) na noite desta terça-feira (14) enquanto chamava um carro de aplicativo. Ele usou as redes sociais para fazer uma reflexão sobre a “fragilidade da vida humana” após a experiência de “quase morte”.
O jurista é filho da desembargadora Maria Helena Gargaglione Póvoas, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O acidente aconteceu após um encontro dele com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, natural de Diamantino (180 km de Cuiabá).
O advogado disse que ficou caído no local por alguns segundos e que ninguém da Capital Federal o ajudou. Além disso, citou um hematoma na testa. “Fiquei caído no chão por uns 10 segundos sem entender direito o que tinha acontecido. Por sorte, o dano físico aparentemente não foi tão profundo”, pontuou.
O ‘susto’, de acordo com ele, serviu para refletir sobre a fragilidade da existência humana. “To passando para refletir sobre a fragilidade da vida. Tá tudo bem, tá tudo ótimo, estamos saudáveis, vivendo grandes momentos com família, amigos e subitamente isso tudo pode se perder num piscar de olhos diante da fragilidade que é a nossa existência”, declarou. (Folhamax)





