A mulher que estava com o pastor evangélico Moisés Galdino, de 53 anos, no motel em Ipatinga, Minas Gerais, onde ele morreu na semana passada, falou pela primeira vez sobre o caso nesta sexta‑feira (13). A acompanhante confirmou que estava com o religioso no local, mas negou que os dois mantinham qualquer tipo de relacionamento amoroso.
Segundo ela, os dois teriam ido ao motel em razão de uma suposta “campanha de oração” ligada à igreja, e não por um encontro extraconjugal. A mulher afirmou ainda que o próprio marido dela tinha conhecimento da situação.
De acordo com informações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o pastor passou mal, desmaiou e apresentou sinais de infarto enquanto estava no quarto do motel, localizado no bairro Canaazinho. Equipes médicas tentaram reanimá‑lo por cerca de uma hora, mas ele não resistiu e morreu no local.
O caso ganhou repercussão nacional após a divulgação de que o religioso teria sido encontrado sem vida em um quarto de motel na cidade mineira, acompanhado por uma suposta amante que deixou o local antes da chegada da polícia. Não foram encontradas evidências de violência no episódio.
A esposa dele reconheceu o corpo depois que equipes de resgate e investigação chegaram ao motel. A Polícia Civil de Minas Gerais também esteve no local para apurar as circunstâncias do episódio e colher informações oficiais. (Folha do Estado)
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